segunda-feira, 12 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Fênix
Ela é a mutante mais poderosa do universo
(mais poderosa até que a minha querida Vampirinha)
Com um simples pensamento ela consegue criar ou destruir... galáxias.
É o grande amor da vida do Wolverine.
Aquele tipo de amor que arranca de dentro da gente o melhor que nós temos,
e nos faz mostrar isso pro mundo.
Isso é um grande amor da vida de alguém
O grande amor de Além.
E achar o melhor do Wolverine é bem difícil porque ele mesmo diz
que ele é o melhor no que faz, mas o que ele faz não é nada bom...
Eu acho que a Famke Janssen está especialmente bem no papel de Jean.
Tão bonita.
E de tempos em tempos eu tenho vontade de desenhá-la,
A Jean é doce, forte e se sacrifica pelas pessoas que ama.
A entidade cósmica Fênix a escolhe por isso e entra em seu corpo,
e aí ela fica possuída por essa divindade, que pode criar ou destruir sistemas solares inteiros.
A Fênix pode ser má,
uma Fênix Negra,
de desejos e impulsos contidos, reprimidos, sufocados,
e aí ela machuca e destrói,
destrói até quem ela ama,
destrói o Ciclope,
destrói o tonto do Wolverine que mesmo quase morrendo ainda continuava indo até ela,
caminhando em sua direção.
A primeira vez que vi essa cena meu coração parou,
era eu ali, caminhando em direção a um amor que me matava.
Isso foi há muito tempo...
E você achando que X-Men não tinha nada a ver
com Where The Wild Things Are.
O amor vira um monstro quando não tem pra onde ir,
Onde vivem os Monstros?
Onde vive a sua Fênix Negra?
A Fênix é a dualidade humana de você ora machucar
e ora se sacrificar por quem você ama
Todos temos isso,
e isso que a torna tão bonita e tão real,
tão monstruosa e tão humana.
Eu acho que a beleza da Fênix é isso,
ela vive, e cria, e mata, e morre,
e depois nasce de novo, cria de novo, mata de novo e morre de novo.
Muitas vidas numa só.
O renascer é o que nos permite morrermos diversas vezes por diversos motivos,
e ainda sim continuarmos vivendo.
Todos temos nossos cemitérios
Pequenos Apocalipses
Pequenas mortes
A morte da minha avó me matou.
O namoro que acabou me matou também.
E depois daquele período zumbi/cadáver,
a gente toca fogo na gente mesmo
a gente toca fogo na gente mesmo
e se permite renascer
pra ver outras coisas nascerem, e outras coisas morrerem.
Não acaba nunca,
nunca.
Todos temos nossos cemitérios, mas temos também nossos berçários
Morrer é bom, te deixa nascer de novo.
A gente pode morrer plebeu e nascer Príncipe
(Com um simples pensamento ela consegue criar ou destruir, nós também)
Há pouco tempo eu sonhei que tinha uma tatuagem de fênix (a ave), toda em linhas de contorno,
bordada em espessura grossa com linha azul por todo o meu corpo.
Eu acho que era um jeito de dizer pra mim mesmo
que eu estava muito forte
e estava rena(n)scido.
Podem ser só reinações minhas,
mas afinal,
a gente pode morrer monstro e nacer Rei.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Pesadelo
Ontem eu tive um pesadelo.
Não lembro muito
tinha uma roseira
vermelha
cheia de rosas
vermelhas
E aí uma mulher estranha
que falava estranho
e andava estranho
morria em cima da areia
perto da roseira
E chamava Maria
Maria, mãe de Jesus
E o sangue
vermelho
escorria pela areia
e encostava na roseira
vermelha
La perto eu passeava junto com uma amiga
Priscyla
E eu sabia que assim que a gente virasse a coluna perto da roseira
a gente ia ver um fantasma
de uma garotinho, japonês
Eu queria mostrar pra ela o fantasma que eu sabia que ia ver
Mas quando a gente virou e eu ia olhar em direção ao fantasma
eu acordei,
na minha cama na minha casa
sem conseguir me mexer
nem falar, nem gritar
Eu tentei gritar e não conseguia
Tentei me mexer e não conseguia
E ai eu fui tentar contar quanto tempo eu ia ficar daquele jeito
(porque isso já me aconteceu antes)
mas não consegui contar também os números pareciam que não se sustentavam na minha mente
Aí eu acordei de novo,
e ainda paralisado fui forçando o grito
até ele conseguir sair
Eu gritei
ouvi um barulho de alguém na sala mas ninguém veio
Gritei de novo e ninguém veio
Levantei e abri a porta e não tinha ninguém na sala
Bebi água
Deitei, com medo de dormir de novo.
Não lembro muito
tinha uma roseira
vermelha
cheia de rosas
vermelhas
E aí uma mulher estranha
que falava estranho
e andava estranho
morria em cima da areia
perto da roseira
E chamava Maria
Maria, mãe de Jesus
E o sangue
vermelho
escorria pela areia
e encostava na roseira
vermelha
La perto eu passeava junto com uma amiga
Priscyla
E eu sabia que assim que a gente virasse a coluna perto da roseira
a gente ia ver um fantasma
de uma garotinho, japonês
Eu queria mostrar pra ela o fantasma que eu sabia que ia ver
Mas quando a gente virou e eu ia olhar em direção ao fantasma
eu acordei,
na minha cama na minha casa
sem conseguir me mexer
nem falar, nem gritar
Eu tentei gritar e não conseguia
Tentei me mexer e não conseguia
E ai eu fui tentar contar quanto tempo eu ia ficar daquele jeito
(porque isso já me aconteceu antes)
mas não consegui contar também os números pareciam que não se sustentavam na minha mente
Aí eu acordei de novo,
e ainda paralisado fui forçando o grito
até ele conseguir sair
Eu gritei
ouvi um barulho de alguém na sala mas ninguém veio
Gritei de novo e ninguém veio
Levantei e abri a porta e não tinha ninguém na sala
Bebi água
Deitei, com medo de dormir de novo.
domingo, 22 de janeiro de 2012
A Baleia Branca e Coelho Branco
Ruídos.
Eu terminei de ler "Drácula", de Bram Stolker,
que eu estava lendo há um bom tempo,
a história é bem escrita,
o filme é bem melhor.
o filme é bem melhor.
E o que tem de diferente entre o filme e o livro
foi o que tornou esse filme um dos melhores filmes que eu já vi,
um monstro movido por amor e não por maldade,
acho que esses monstros são os mais perigosos. E assustadores.
Porque eles assustam pra valer e eles existem de verdade,
o que os mobiliza é também o que nos toca profundamente:
o coração.
o coração.
Por isso a gente se comove, se identifica.
Já falei disso antes, e nós já temos a resposta,
"Onde vivem em monstros?"
Eles vivem em nós.
Monstros movidos por amor.
Amor ao que? Eu não sei.
É que também estou com monstros e reis na cabeça.
Reis de que? Eu também não sei.
I´m a boy, pretending to be a wolf, pretending to be a king
Ontem eu li "Sinal e Ruído" do Neil Gaiman,
é um livro bom, sobre Apocalipse, sobre os pequenos apocalipses
A mortalidade é algo difícil de encarar.
'Aquilo que não nos mata nos fortalece' Pode até ser.
Mas o que nos mata nos mata, e isso é dureza...
É, e isso é dureza.
O mundo sempre está acabando para alguém
e eu senti que precisava sair de casa e desenhar,
Na verdade não é nada disso,
o livro é sobre criação
Sobre o ato de criar e como ele é importante,
para (dar uma ilusão de) organizar o caos,
para tratar,
para salvar vidas,
acho que mais para salvar almas do que vidas.
Aí o próximo (grande) livro que eu quero ler é Moby Dick.
Porque na minha pesquisa, que é só minha,
acredito que a busca de Alice pelo seu Coelho Branco tem,
ou pode ter,
muito em comum com a caça de Ahab à sua Baleia Branca,
ou não.
Eu estou aqui tentando descobrir qual é o meu coelho branco e qual a minha baleia branca.
E você está aqui de curiosidade, talvez procurando seu coelho também, ou sua baleia.
Sinto muito. Eu duvido que vá encontrá-los por aqui.
E eu não vou te dar um mapa, porque eu não tenho.
Sabe, essas coisa não são o tipo de coisa que tem um mapa que serve para todo mundo.
Eu só tenho os meus mapas, que eu desenho, para mim,
e que fazem os sentidos que fazem só para mim.
Eu posso, inutilmente, te dar o meu mapa, que foi o que eu consegui desenhar/organizar ontem:
Você vai olhar e vai pensar
"É só um desenho bobo, um raio-x de uma baleia que engoliu um coelho."
Pois é, é só um chapéu, não uma cobra que comeu um elefante.
E você nunca vai saber, ou se interessar sobre como o coelho foi parar lá, se ele está lá porque ele quer, se ele se chama Jonas, se está atrasado, se está feliz, se conseguirá sair da baleia, se a baleia é sua amiga,
(qual é o som da sua voz, quais brinquedos ele prefere, se ele coleciona borboletas)
Perguntará apenas se está vivo.
As pessoas grandes nunca fazem as perguntas certas.
Nunca se informam do essencial.
São assuntos reais esses,
reais não de verídicos, mas de realeza,
assuntos de reis e seus monstros,
e príncipes e seus desenhos.
É possível ser ao mesmo tempo
Rei, Príncipe, Coelho, Baleia, Monstro, Alice, Ahab, Drácula, Cavaleiro do Apocalipse, Amor ...
de alguém ou de alguma coisa.
I´m a boy, pretending to be a wolf, pretending to be a king
Parece que vai tudo se juntando numa coisa só,
Sinal e Ruído,
não existe ruído.
"Tudo tem significado.
Até aquilo que não significa nada.
Como o ruído que você ouve quando troca de estação em um rádio velho.
São padrões. Ou seriam caso as pessoas soubessem decifrá-los.
Não existe ruído."
Não existe ruído.
domingo, 15 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
O sonho bonito que eu sonhei
Voltar a desenhar tem sido difícil, mas aos poucos a gente vai voltando,
como os primeiros raios da Aurora, vão surgindo bem devagar no horizonte.
Acho que a gente encontra força nas belezas que a gente vai vivendo, e esse mês que passou foi assim
Novembro foi tão bom que eu queria que ele durasse pra sempre.
Foi como um sonho.
Meu querido doce Novembro, "foi você o sonho bonito que eu sonhei"
Rosa ou Azul?
É... Eu sempre achei que o vestido terminava rosa...
domingo, 9 de outubro de 2011
Por favor... Desenha-me um carneiro?

Ele me pediu.
Uns dias atrás ele, o pequeno, me apareceu e me fez um pedido:
"Por favor... Desenha-me um carneiro?"
Não dá pra recusar um pedido tão sincero e bonito como esse.
Ainda mais vindo de um príncipe, tão pequeno e tão bonito.
Eu disse: "Desenho sim, me dá uns dias que eu desenho. Já faz um tempo que estou querendo voltar a desenhar, sabe pequeno... Eu gosto e me faz bem, e atender esse seu pedido vai deixar a ti e a mim, ambos felizes. Prometo que farei o mais bonito dos carneiros para ti."
Eu disse e cumpri. Esse é o mais bonito dos carneiros. E é seu.
Pois é, olhei pro céu agora há pouco e pensei, sabe, eu nunca sei se o carneiro comeu a rosa do princepezinho, eu olho pro céu e não sei o que pensar. Se rio ou se choro.
Eu ia falar da Rosa dele aqui também, mas acho que hoje não é dia de falar de Rosa, nem de Raposa.
Porque a frase da Raposa:
"Tu te torna eternamente responsável por aquilo que cativas", é uma frase perigosa.
Perigosa de se acreditar e perigosa de não se acreditar.
Porque o afeto é perigoso e as rosas também.
Você não vai me entender muito bem hoje, e é assim que eu quero.
Porque eu não estou aqui pra que você me entenda,
eu estou aqui para presentear um príncipezinho com meu desenho, que é de coração.
Como é tudo que eu desenho.
Eu sou responsável por aquilo que eu desenho, nisso você pode acreditar,
sem dúvidas, e eu também.
Olha pro céu agora, ele está lá em algum lugar, com ou sem rosa (quem sabe?), mas com certeza está feliz porque ganhou o carneiro mais bonito do mundo, de todos os mundos.
E isso hoje me fez sorrir.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Fotografetos
sábado, 28 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
"Ah, tipo, Coraçãozinho, Ésse Dois, Ésse Dois"

Às vezes a rosa é branca e a gente fica tentando pintá-la de vermelho.
Nunca dá certo.

O Dois, o Cinco e o Sete tentaram isso e perderam a cabeça.
Literalmente.

A Rainha de Copas mandava cortar a cabeça de qualquer um, por besteira.
E eu fico aqui imaginando o porquê dela querer tantas cabeças?
Eu acho que ela sentia falta de uma cabeça pra ela,
talvez pra conseguir dominar um pouco seus sentimentos que estavam sempre a flor da pele,
(e a flor da pele era uma rosa, que tinha que ser vermelha,
ela tinha, porque tinha, que ser VERMELHA!)
e se plantassem uma branca no lugar... Off with the heads!
É Rainha, às vezes, rosas brancas é tudo que temos pra hoje.
Você pode cortar quantas cabeças quiser,
as rosas brancas vão continuar brancas.
Mesmo sendo a Rainha do Desejo,
o desejo por si só, às vezes, não muda nada.
Um Camelo, num deserto, me disse assim:
"toda dor repousa na vontade
todo amor encontra sempre a solidão"
Isso parece melancólico demais,
deixa pra lá essa parte do amor.
Acho que a mensagem é:
Se você quer flores vermelhas, plante-as você e tenha paciência.
Talvez elas nasçam, talvez não.
E todo desejo, seja ele saudável ou não,
vem de uma falta, uma vontade.
(de vida; ou de morte)
vidamorte
Eu sei, destruir às vezes parece o único jeito de começar de novo.
Destrua as coisas certas.
Certas escolhas são irreversíveis,
como sangue jorrado que nunca volta para as artérias.
Me lembrei do espantalho de Oz, que preferia um cérebro.
"Ainda assim — comentou o Espantalho — quero é um cérebro.
Um bobo não saberia o que fazer com o coração, mesmo que tivesse um."
Sabe o que um bobo sem cérebro faz com um coração?
É...
Às vezes eu acho que escrevo muito, devia ficar apenas nos desenhos.
sábado, 9 de abril de 2011
Abstrações

Terrenos
Fiz essa pintura em cima de uma outra antiga.
Cubri uma antiga tela e os afetos que estavam nela, também antigos.
A gente tem relevo também,
falhas e saliências;
erosões, terremotos, erupções...
Como se muda uma montanha de lugar?
É mais fácil na tinta do que na carne.
Fiz essa pintura em cima de uma outra antiga.
Cubri uma antiga tela e os afetos que estavam nela, também antigos.
A gente tem relevo também,
falhas e saliências;
erosões, terremotos, erupções...
Como se muda uma montanha de lugar?
É mais fácil na tinta do que na carne.

Heaven
Eu pintei porque estava cansado de falar e não dizer o que eu queria dizer.
Eu estava precisando de dizer.
Paraíso é dentro, nunca fora.
Paraíso é lugar que existe sim, paisagem interna.
Paraiso é respiro em cor.
Pára isso!
Paraíso só existe porque existe o Inferno.
(Você já se deu conta disso?)
O Inferno são os outros, o Inferno é você, o Inferno sou eu.
O Inferno somos nós, baby.
O Paraíso também.
Eu acredito em anjos, você também?
Anjo tem nome?
Uma vez eu conheci um anjo que se chamava Magali.
Eu sei, você vai falar, "Isso lá é nome de Anjo?"
Mas uma vez eu também achei que tinha conhecido anjo, com nome de anjo,
não sei se era anjo mesmo,
mas foi embora também.
Quando um anjo abandona o céu ele vira um demônio.
Quando ele abandona uma pessoa ele vira o quê?
Acho que ele vira humano.
E quando uma pessoa abandona a si mesma?
Aí vira o inferno.
É burrice, baby, eu sei.
É burrice mas a gente faz de vez em quando.
Eu pintei porque estava cansado de falar e não dizer o que eu queria dizer.
Eu estava precisando de dizer.
Paraíso é dentro, nunca fora.
Paraíso é lugar que existe sim, paisagem interna.
Paraiso é respiro em cor.
Pára isso!
Paraíso só existe porque existe o Inferno.
(Você já se deu conta disso?)
O Inferno são os outros, o Inferno é você, o Inferno sou eu.
O Inferno somos nós, baby.
O Paraíso também.
Eu acredito em anjos, você também?
Anjo tem nome?
Uma vez eu conheci um anjo que se chamava Magali.
Eu sei, você vai falar, "Isso lá é nome de Anjo?"
Mas uma vez eu também achei que tinha conhecido anjo, com nome de anjo,
não sei se era anjo mesmo,
mas foi embora também.
Quando um anjo abandona o céu ele vira um demônio.
Quando ele abandona uma pessoa ele vira o quê?
Acho que ele vira humano.
E quando uma pessoa abandona a si mesma?
Aí vira o inferno.
É burrice, baby, eu sei.
É burrice mas a gente faz de vez em quando.
terça-feira, 29 de março de 2011
Princes@
domingo, 24 de outubro de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Brincando com cirandas e com corações.

A Original
"João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.(...)"
Algumas outras cirandas:
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que amava João que amava Teresa que amava Raimundo...
-
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava a si mesma.
-
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que só amava a si mesma.
-
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Todo Mundo
-
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que tinha medo de amar, por isso ficou sozinha.
-
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que ficou com Joaquim, fez ele de bobo e sumiu do mapa.
-
João amava Teresa que deixou de amar João
a quem Maria ainda amava, mesmo amando Joaquim que amava muito Lili
que por não amar ninguém foi a única que saiu dessa história sem se machucar
e sem viver também.
(Sorte dela.)
sexta-feira, 9 de julho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
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